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Mauro Cezar se manifesta sobre Abel Ferreira na Seleção Brasileira

O jornalista Mauro Cezar Pereira se manifestou a respeito do interesse da CBF em Abel Ferreira para comandar a Seleção Brasileira. Na visão do…

Mauro Cezar se manifesta sobre Abel Ferreira na Seleção Brasileira

Foto: Reprodução.

O jornalista Mauro Cezar Pereira se manifestou a respeito do interesse da CBF em Abel Ferreira para comandar a Seleção Brasileira. Na visão do comentarista, é uma loucura a entidade máxima do futebol nacional cogitar o técnico do Palmeiras por dois motivos: um é que o Verdão dificilmente o liberaria, já o outro chama-se Jorge Jesus.

“Não sei se o Palmeiras liberaria o Abel Ferreira. Também não sei se ele gostaria de assumir o cargo. Agora, acho uma loucura, tendo Jorge Jesus livre, contratar o Abel Ferreira. Isso é completamente descabível. Tendo em vista a capacidade de trabalho que cada técnico pode apresentar”, disse, durante o Bate-Pronto, da Jovem Pan.

Mauro vê JJ como a melhor opção para assumir o lugar de Dorival Júnior, principalmente, por questões de características. Ele acredita que o ex-Flamengo pode tirar o melhor dos jogadores que terá à disposição. Além disso, o considera melhor que o treinador palestrino.

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“Isso, me parece uma loucura. Se pensarmos em futebol. Digo, forma de jogar da equipe, de aproveitar os potenciais dos atletas, de forma ofensiva e criativa. São técnicos bem diferentes, e o Jorge Jesus é muito superior”, completou o jornalista.

Xodó de Mauro Cezar está livre no mercado

Se antes havia algum tipo de empecilho para a CBF negociar a saída de JJ junto ao Al-Hilal, não há mais. O experiente técnico de 70 anos de idade não resistiu a eliminação na Champions League da Ásia, no início da semana, e foi demitido.

Livre no mercado, Jesus pode ganhar força entre os candidatos. Da parte do técnico, ele não esconde o desejo de comandar o selecionado canarinho.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.