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Pirata Barcos nem se aposentou e já definiu sua nova profissão

O Pirata Barcos ainda não pendurou as chuteiras, mas já sabe qual carreira irá seguir após encerrar oficialmente a trajetória como jogador. O centroavante…

Pirata Barcos nem se aposentou e já definiu sua nova profissão

Créditos: Divulgação/Conmebol

O Pirata Barcos ainda não pendurou as chuteiras, mas já sabe qual carreira irá seguir após encerrar oficialmente a trajetória como jogador. O centroavante argentino continuará atuando no esporte bretão, porém não mais dentro das quatro linhas, e sim em outra função – ele ainda não sabe se a de treinador ou a de dirigente.

Em entrevista concedida ao programa Show dos Esportes, da Rádio Gaúcha, o ex-atacante do Palmeiras revelou que este será o seu último ano como atleta. Ele está fazendo um curso de gestão esportiva neste momento e pretende dar início às lições de treinador assim que confirmada a aposentadoria. 

“Estou pensando em largar no final do ano. Depois, tem curso de treinador. Agora, estou fazendo curso de gerente esportivo, (para) gestão esportiva. Vamos ficar no meio do futebol. Ainda não tenho definido (em qual função)”, disse.

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Hoje com 40 anos de idade, o Pirata é uma das referências do time do Alianza Lima, do Peru. Recentemente, inclusive, foi um dos destaques da classificação da equipe na fase preliminar da Copa Libertadores, diante do Boca Juniors, na Bombonera.

Pirata Barcos não descarta retorno ao Brasil

Seja como diretor ou técnico, Barcos não descarta a possibilidade de voltar a trabalhar no futebol brasileiro. Como atleta, o argentino teve a experiência de atuar por aqui vestindo as camisas do Verdão, do Grêmio e do Cruzeiro.

“O Brasil sempre vai ser um objetivo. É um mercado muito bom e muito lindo, bom de trabalhar”, acrescentou o camisa 9.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.