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Torcida do Corinthians se rendeu e comemorou vitória do Palmeiras

Corinthians e Palmeiras travam uma rivalidade centenária, repleta de capítulos interessantes que fazem do confronto um dos maiores do futebol. E um dos episódios…

Torcida do Corinthians se rendeu e comemorou vitória do Palmeiras

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians.

Corinthians e Palmeiras travam uma rivalidade centenária, repleta de capítulos interessantes que fazem do confronto um dos maiores do futebol. E um dos episódios mais inacreditáveis dessa disputa foi o dia em que os torcedores alvinegros comemoram e muito uma vitória do time alviverde.

Isso aconteceu no dia 17 de julho de 1988. Era semifinal do Campeonato Paulista daquele ano. De um lado, se enfrentavam Corinthians e Santos, no Pacaembu. Do outro, no mesmo horário, São Paulo e Palmeiras se enfrentavam no Morumbi. O time alvinegro queria chegar à final e, para isso, precisava vencer e contar com um triunfo palestrino.

O dever de casa estava sendo feito. 2 a 0 sobre o Santos. Até que, em determinado momento, o placar do Pacaembu informou o gol da vitória palmeirense por 1 a 0 sobre a agremiação tricolor. Gerson Caçapa foi o responsável por anotar o único tento daquele Choque-Rei.

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A euforia tomou conta das arquibancadas do Paulo Machado de Carvalho. A alegria foi tanta que a torcida alvinegra começou a gritar o nome do arquirrival. Embalados pelos torcedores, os jogadores corintianos também celebraram o triunfo palmeirense no gramado. Um capítulo um tanto quanto inusitado da centenária história do Dérbi.

Palmeiras e Corinthians empataram 1º Dérbi de 2025

No primeiro embate entre os times no ano, o resultado foi de igualdade. Após o Verde abrir o placar no Allianz Parque, com Maurício, os visitantes empataram com Yuri Alberto, deixando tudo igual no primeiro Dérbi do ano.

Os arquirrivais têm mais dois encontros marcados, ambos pelo Brasileirão. Outros duelos no mata-mata do Paulista, da Copa do Brasil ou até mesmo na Copa Libertadores da América dependem da sorte e dos desempenhos de ambos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.