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É assim que Amaral ganha a vida depois de se aposentar do futebol

Amaral faz parte do folclore do futebol brasileiro. Além da trajetória construída nos gramados, especialmente com a camisa do Palmeiras, o ex-volante se tornou…

Amaral faz parte do folclore do futebol brasileiro. Além da trajetória construída nos gramados, especialmente com a camisa do Palmeiras, o ex-volante se tornou uma das figuras mais carismáticas do mundo da bola. E é justamente da comunicação que o jogador ganha a vida após pendurar as chuteiras.

Hoje aos 51 anos de idade, Amaralzinho, como carinhosamente é chamado pelos ex-companheiros, trabalha como comentarista, influenciador digital e palestrante. Vira e mexe, o volante marca presença em programas e eventos esportivos e, muitas vezes, se arrisca a participar de programas de entretenimento.

Além da mídia tradicional, ele usa também a mídia alternativa. Através das redes sociais, compartilha momentos do dia a dia e está sempre interagindo com seus seguidores e perfis destinados aos conteúdos futebolísticos. Só no Instagram, são 1,4 milhão de seguidores.

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Outra atividade do ex-atleta longe dos gramados é fazer ações sociais e ajudar em projetos que têm o esporte como ferramenta de inclusão. Amaral continua sendo um exemplo para as novas gerações, seja pela carreira de jogador ou no que diz respeito à maneira leve de levar a vida.

Amaral fez história no Palmeiras

O Verde foi o clube que o volante mais defendeu ao longo da trajetória nos gramados. Ao todo, foram 244 partidas. Gol não era o forte do meio-campista, que fez apenas um vestindo o manto palestrino. Em contrapartida, compensava com vigor físico e poder de marcação.

Somando as duas passagens pelo antigo Parque Antarctica, Amaral conquistou seis títulos pelo Maior Campeão do Brasil: os Campeonatos Paulistas de 1993, 1994 e 1996; os Campeonatos Brasileiros de 1993 e 1994; e também o Torneio Rio-São Paulo de 1993.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.