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Confirmado: Deyverson é do Vasco da Gama

Está mais do que confirmado, Deyverson é do Vasco da Gama. Pelo menos no que diz respeito ao sentimento do jogador, sim. O centroavante…

Confirmado: Deyverson é do Vasco da Gama

Está mais do que confirmado, Deyverson é do Vasco da Gama. Pelo menos no que diz respeito ao sentimento do jogador, sim. O centroavante nunca escondeu que é torcedor do time carioca desde pequeno e que tem o desejo de realizar o sonho de criança ao vestir a camisa do clube do coração um dia.

“Tenho sim o sonho de jogar no Vasco. Eu sempre falei para o meu empresário que meu sonho seria um dia ter a honra de jogar no clube do meu coração, pelo qual tenho um grande carinho. Sou Vasco desde pequeno, eu e meu pai somos”, disse, em entrevista à Fox Sports, em 2020.

Embora tenha criado forte identificação com o Palmeiras, o coração do centroavante fala mais alto pelo amor ao Cruzmaltino. Afinal, o carioca cresceu nutrindo um sentimento pela agremiação de São Januário, diferentemente do carinho com o Verdão, que adquiriu ao longo de sua trajetória nos gramados.

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Hoje com 32 anos de idade, o atacante é um dos destaques do Cuiabá. Quem sabe, o sonho de defender o time do coração não se realize após o término da temporada, uma vez que possui contrato com o Dourado apenas até dezembro de 2024.

Deyverson foi rejeitado pelo Vasco

Em entrevista à TNT Sports, o herói do título da Libertadores de 2021 do Verde contou que bem antes de voltar ao Brasil, pediu para que o empresário o oferecesse à equipe carioca. A diretoria vascaína, contudo, disse não a possibilidade de contratá-lo.

“Muita gente não sabe disso. Eu estava no Belenenses e queria ir embora. Eu falei para ele (empresário) ‘vê aí, pelo amor de Deus, liga, vê se o Vasco quer que eu vá para lá. Liga para eles aí’. Os caras falaram que não me queriam”, declarou o camisa 9.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.