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Palmeiras não quis saber e aplicou a maior goleada sobre o Flamengo por 7 a 1

O Palmeiras não teve piedade e aplicou uma sonora goleada de 7 a 1 sobre o Flamengo, o placar mais elástico da história do…

Palmeiras não quis saber e aplicou a maior goleada sobre o Flamengo por 7 a 1

O Palmeiras não teve piedade e aplicou uma sonora goleada de 7 a 1 sobre o Flamengo, o placar mais elástico da história do confronto. O chocolate em questão foi aplicado pelo Verdão em jogo válido pelo Torneio Rio-São Paulo de 1951, realizado no Pacaembu.

Os gols alviverdes foram anotados por Rodrigues, Tatu, Liminha (quatro vezes), Lima e Aquiles. Na época, o time alviverde era comandado por Ventura Cambón, um dos maiores treinadores da centenária trajetória palestrina, e contava com nomes do calibre de Oberdan Cattani e Waldemar Fiúme.

Posteriormente, o Rubro-Negro Carioca conseguiu compensar o revés acachapante com duas goleadas por 6 a 2, uma em 1958 e outra em 1980. Contudo, nunca teve sucesso ao tentar devolver o 7 a 1, que permanece até hoje como a maior goleada da história do duelo.

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No retrospecto geral do clássico interestadual há um equilíbrio entre os rivais, com uma pequena vantagem para o Maior Campeão do Brasil. São 39 vitórias palmeirenses, 32 empates e 36 triunfos flamenguistas, além de 162 gols verde e brancos e 159 rubro-negros.

Palmeiras goleou o Flamengo e conquistou o mundo em 1951

A goleada sobre o Fla aconteceu em fevereiro de 51, poucos meses antes de uma das conquistas mais importantes da história palmeirense. Em julho, no Maracanã, diante de mais de 100 mil pessoas, a mesma equipe alviverde ergueu a taça da Copa Rio.

Na final, o Verde bateu a Juventus, da Itália, no placar agregado. No jogo da ida, venceu por 1 a 0, com gol de Rodrigues. Já na volta, o empate por 2 a 2 com a Velha Senhora garantiu o título.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.