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Rivaldo crava que jogou mais que: “Zidane, Xavi, Beckham…”

Rivaldo não ficou em cima do muro e afirmou que jogou mais do que algumas lendas do futebol mundial. Segundo o pentacampeão do mundo…

Rivaldo crava que jogou mais que: “Zidane, Xavi, Beckham…”

Rivaldo não ficou em cima do muro e afirmou que jogou mais do que algumas lendas do futebol mundial. Segundo o pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira, na comparação com seu desempenho não tem vez para Zinedine Zidane, Xavi Hernández, David Beckham e mais outros craques.

“Eu joguei mais do que Zidane, Xavi, Beckham, Bergkamp, Del Piero e Marcelinho Carioca”, declarou o ex-meia-atacante, em entrevista ao canal Desimpedidos, do YouTube.

Um dos grandes nomes da história do futebol, o camisa 10 ganhou títulos por praticamente todos os times que passou ao longo da carreira e é multicampeão pela Seleção. Dentre os principais troféus que faturou, constam a Copa do Mundo de 2002 e a Liga dos Campeões da Europa de 2002/03, pelo Milan.

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A nível individual, conquistou prêmios de diferentes ligas nacionais e artilharias. Em 1999, foi eleito o melhor jogador do mundo pela revista francesa France Football e pela Fifa. No ano seguinte, ficou com a terceira colocação. Já em 2001 e 2002, foi o quinto colocado na eleição entre os melhores do planeta.

Rivaldo brilhou com a camisa do Palmeiras

O meia fez história também vestindo o manto palestrino. Ao longo de duas temporadas no antigo Palestra Itália, disputou 128 partidas, marcou 69 gols e conquistou três títulos: o Campeonato Brasileiro de 1994, o Paulista de 1996 e a Copa Euro-América de 1996.

Na final do Brasileirão de 94, diante do Corinthians, o craque foi decisivo. Com três gols nos dois jogos da decisão, ajudou o Alviverde a bater o rival e conquistar o troféu do torneio mais importante do país.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.