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Familiares de Endrick sofrem ataques criminosos e Palmeiras não deixa barato

O Palmeiras se posicionou a respeito dos ataques racistas sofridos por familiares de Endrick durante o jogo entre Brasil e Venezuela, em Caracas, pelo…

Familiares de Endrick sofrem ataques criminosos e Palmeiras não deixa barato

Foto: Reprodução

O Palmeiras se posicionou a respeito dos ataques racistas sofridos por familiares de Endrick durante o jogo entre Brasil e Venezuela, em Caracas, pelo Pré-Olímpico. O Verdão repudiou as injúrias cometidas contra os parentes do atacante e pediu que a punição seja devidamente aplicada ao caso.

“Manifestamos a nossa solidariedade aos familiares do craque Endrick, vítimas de injúrias racistas durante a partida da Seleção Brasileira contra a Venezuela, em Caracas, pelo Torneio Pré-Olímpico. Não toleramos qualquer forma de preconceito e esperamos que os responsáveis por este ato criminoso sejam devidamente identificados e punidos”, diz o clube, em nota.

O próprio jogador publicou em suas redes sociais, depois da partida, o registro do ato criminoso cometido por um torcedor venezuelano. No vídeo, o rapaz, em direção aos familiares do palestrino, faz gestos imitando um macaco e mostra uma imagem do animal através do celular.

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Vale destacar que esse não é um caso isolado e muito menos um problema recente enfrentado por brasileiros América do Sul a fora. Jogadores e torcedores são vítimas constantes de ataques racistas em diversos territórios sul-americanos.

Endrick pediu desculpas aos familiares

Por meio de suas redes, o atacante também escreveu uma mensagem destinada a seu pai, Douglas, a seu padrinho e as demais vítimas do ataque. No pequeno texto que postou – e pouco depois apagou -, o garoto pediu desculpas a todos pelo ocorrido.

“Desculpa pai por este momento. Desculpa padrinho por este momento. Infelizmente aconteceu com a minha família e amigos, mas Deus sabe de todas as coisas”, escreveu a joia da base palestrina.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.