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Nova profissão de Roberto Carlos longe dos gramados nos deixou de queixo caído

Roberto Carlos é, sem dúvidas, um dos maiores laterais-esquerdos da história do futebol mundial. Multicampeão pelo Palmeiras, Real Madrid e Seleção Brasileira, o ex-jogador…

Nova profissão de Roberto Carlos longe dos gramados nos deixou de queixo caído

Roberto Carlos é, sem dúvidas, um dos maiores laterais-esquerdos da história do futebol mundial. Multicampeão pelo Palmeiras, Real Madrid e Seleção Brasileira, o ex-jogador encerrou sua trajetória nos gramados em 2015, mas se manteve atuante no esporte e hoje segue fazendo fortuna do lado de fora dos gramados.

O camisa 6 é uma das consideradas lendas da história do Real. Por essa razão, o clube espanhol o tem como embaixador e comentarista oficial da TV do time merengue. É comum, por exemplo, vê-lo representando a instituição em eventos de grande relevância, como a premiação do The Best da Fifa, realizada em janeiro.

Para exercer essas atividades, o ala, que está com 50 anos de idade, recebe um salário milionário, compatível com as cifras que ganhava na época de atleta. Isso, é claro, sem falar em outros empreendimentos e projetos pessoais do brasileiro, que segue brilhando no cenário mundial mesmo quase dez anos depois de pendurar as chuteiras.

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Ao longo da carreira, Roberto conquistou diversos títulos coletivos e individuais. No Real, ganhou tudo o que poderia. Pela Seleção Brasileira, idem, incluindo a Copa do Mundo de 2002. Já individualmente, foi eleito duas vezes o segundo melhor jogador do mundo, pela Fifa em 1997, e pela France Football em 2002.

Roberto Carlos é multicampeão pelo Palmeiras

Embora não seja um ídolo do Verdão propriamente dito, Roberto está no hall de grandes nomes que vestiram o manto palestrino. Afinal, ergueu cinco taças pelo clube: Brasileirão (1993 e 94), Paulistão (1993 e 94) e Torneio Rio-São Paulo (1993).

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.