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Velloso não se cala e volta a pedir reforço no Palmeiras

Wagner Fernando Velloso não está empolgado com contratação do Palmeiras no mercado de transferências. Durante o programa Os Donos da Bola, da Band, o…

Velloso não se cala e volta a pedir reforço no Palmeiras

Foto: Reprodução/Os Donos da Bola.

Wagner Fernando Velloso não está empolgado com contratação do Palmeiras no mercado de transferências. Durante o programa Os Donos da Bola, da Band, o ídolo palestrino e atual comentarista demonstrou desconfiança com um dos reforços do Verdão e pediu uma aquisição de peso maior por parte do clube.

“O Bruno Rodrigues foi fazedor de gols, ele é esperto esse moleque”, disse o repórter Fernando Fernandes, que ocupa o lugar de Neto nas férias do ex-jogador.

O ex-paredão alviverde, contudo, não concordou. “Não tanto…”, afirmou. Para o palmeirense, Bruno não é o nome ideal para a referência do ataque do Maior Campeão Nacional. Esse jogador deveria ser alguém de mais renome, como Santos Borré, antigo alvo do clube no mercado.

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“O Palmeiras teve (interesse) no Borré. Esse chapéu aí… o Palmeiras já teve atrás dele. Ele é bom jogador!”, completou Velloso, sugerindo o atleta colombiano ao Verde. Atualmente no Werder Bremen, da Alemanha, e ligado ao Eintracht Frankfurt, o camisa 9 está na mira de equipes como Corinthians e Internacional.

Velloso não terá seu pedido atendido por enquanto

Além de Bruno, a diretoria palestrina fechou as contratações de Caio Paulista e Aníbal Moreno. Para completar o pacote de reforços para a temporada, o Alviverde agora prioriza a aquisição de um meia-atacante para dividir as responsabilidades com Raphael Veiga.

Um centroavante de ofício também está na pauta, mas não para agora. Como Endrick só deixará o clube em julho, há o entendimento de que o tempo é favorável para o Maior Campeão do Brasil achar uma peça de reposição para a baixa do garoto prodígio.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.