⌕
★ Notícias do Palmeiras

Revelado salário que Marcos tinha na época que jogava no Palmeiras

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, Marcos foi um dos jogadores mais bem remunerados do clube enquanto esteve em atividade. Os valores,…

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, Marcos foi um dos jogadores mais bem remunerados do clube enquanto esteve em atividade. Os valores, obviamente, não chegam nem perto das cifras que envolvem o mundo do futebol atualmente, mas mesmo assim eram bastante significativos para a época.

Em 2004, o Verdão gastava por volta de R$ 1,4 milhão por mês com a folha de pagamentos do elenco. O maior salário era justamente o do goleiro, que dois anos antes havia sido campeão do mundo com a Seleção Brasileira: R$ 83 mil, entre vencimentos e bonificações.

À medida que foi ficando no Maior Campeão Nacional, o ídolo palestrino foi sendo compensado financeiramente. Afinal, cada vez mais foi se consolidando como um nome histórico da instituição. No ano de sua aposentadoria, em 2011, ganhava por volta de R$ 200 mil.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Depois de pendurar as luvas, continuou trabalhando no Alviverde, mas como uma espécie de embaixador – função muito mal explorada pela diretoria da época, diga-se de passagem. O salário de Marcão na nova função era semelhante ao de 2004, R$ 80 mil.

Marcos recusou grana alta para trabalhar na televisão

Quando deixou de vez os gramados, São Marcos passou a ser requisitado por emissoras de TV para compor seus times de comentaristas. Personagem ímpar do futebol brasileiro, o goleiro sempre se destacou pela sua sinceridade e jeito bem humorado de suas declarações.

Marcão chegou a receber propostas da Bandeirantes e da Globo para trabalhar nas emissoras. A televisão carioca, por exemplo, lhe ofereceu um salário de R$ 150 mil. As investidas foram recusadas pelo palmeirense.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.