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Jorge Jesus passa vergonha e pode ser demitido de novo

Mal chegou e já pode ser demitido. Jorge Jesus ainda não conseguiu fazer o Al-Hilal, da Arábia Saudita, decolar e balança no cargo em…

Jorge Jesus passa vergonha e pode ser demitido de novo

Mal chegou e já pode ser demitido. Jorge Jesus ainda não conseguiu fazer o Al-Hilal, da Arábia Saudita, decolar e balança no cargo em pouco mais de dois meses de trabalho. O desempenho da equipe não tem agradado a direção do clube árabe.

Segundo informação do canal Sport Italia, o Hilal informou ao empresário do treinador português que pretende rescindir o contrato do profissional caso o rendimento do time dentro de campo não melhore. Até o momento, sob o comando do lusitano, a equipe recheada de estrelas sofre para engrenar.

JJ foi contratado em julho, pouco depois de deixar o Fenerbahçe, da Turquia, e assinou vínculo até o final da temporada 2023/2024. Em sua segunda passagem pela agremiação do governo saudita, conta com diversos astros no elenco, como Neymar, Malcom, Mitrovic e Rúben Neves.

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Em sua primeira passagem pelo Hilal, Jesus teve vida curta. Ele comandou a equipe entre agosto de 2018 e janeiro de 2019, fez 25 jogos, sendo 19 vitórias, e conquistou a Supercopa da Arábia Saudita. Foi demitido por problemas com a diretoria do time.

Jorge Jesus viveu um ano mágico em 2019

Em nenhum outro lugar o compatriota de Abel Ferreira foi tão celebrado quando no Flamengo, em 2019. O técnico fez a equipe carioca voar em campo e conquistou as taças do Brasileirão e da Libertadores daquele ano. Anteriormente, o trabalho mais notável de sua carreira havia sido no Benfica.

Na maioria dos clubes nos quais trabalhou, no entanto, não deixou tantas saudades. Os trabalhos mais recentes, no Fenerbahçe, no próprio Benfica e agora no Hilal, demonstram isso da melhor forma. Sem dúvidas, 2019 foi uma temporada mágica e fora da curva para o treinador.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.