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Nova profissão de César Sampaio é de cair o queixo

Capitão da Libertadores de 1999 do Palmeiras, César Sampaio resolveu seguir no futebol após pendurar as chuteiras. O ídolo palestrino já exerceu diversas funções…

Nova profissão de César Sampaio é de cair o queixo

Foto: Evelson de Freitas/Folhapres

Capitão da Libertadores de 1999 do Palmeiras, César Sampaio resolveu seguir no futebol após pendurar as chuteiras. O ídolo palestrino já exerceu diversas funções no meio da bola, sendo a mais recente delas de membro da comissão técnica de Tite na Seleção Brasileira.

O ex-volante foi um dos auxiliares de Adenor na Copa do Mundo do Catar, que terminou de forma melancólica para o time canarinho com a eliminação nas quartas de final para a Croácia. Entre 2011 e 2013, foi gerente de futebol do Verdão.

Ao longo da carreira nos gramados, Sampaio chegou a vestir as camisas dos quatro grandes de São Paulo, mas foi no Alviverde que criou maior identificação e se tornou ídolo. Foram 307 jogos disputados, 25 gols marcados e sete títulos conquistados dentre os quais dois Brasileirões, dois Paulistas e a Liberta de 99.

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Destaque de sua posição, o palmeirense foi convocado diversas vezes para defender a Seleção. Vestindo a amarelinha, ganhou a Copa das Confederações e a Copa América de 1997 e foi vice no Mundial da França, em 1998.

César Sampaio que ver jogador do Palmeiras na Seleção

Em entrevista à CNN Brasil, o ex-meio-campista elogiou o desempenho de Zé Rafael na temporada e afirmou que o Trem é um dos nomes que Fernando Diniz deve ficar de olho visando futuras convocações do Brasil.

“Antes do Palmeiras, eu o via mais como 8 com características de 10 e hoje vejo ele mais como um 8 com características de 5. Acho que o Diniz deve estar de olho, até pelos números do Palmeiras e o número de atletas selecionáveis nessa posição”, avaliou Sampaio.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.