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Deyverson acaba chorando ao vivo ao relembrar passagem pelo Palmeiras

Deyverson se emocionou em entrevista após a partida entre Cuiabá e Athletico-PR, na Arena da Baixada, na noite de ontem. O centroavante chorou ao…

Deyverson acaba chorando ao vivo ao relembrar passagem pelo Palmeiras

Deyverson se emocionou em entrevista após a partida entre Cuiabá e Athletico-PR, na Arena da Baixada, na noite de ontem. O centroavante chorou ao ouvir relato de Alexandre Mattos, diretor de futebol da equipe rubro-negra, a seu respeito – ambos trabalharam juntos no Palmeiras.

À TNT Sports, Mattos contou duas histórias para falar sobre a personalidade do atacante, que, segundo ele, possui um coração enorme. Nos dois casos, que aconteceram na época de Verdão, o jogador demonstrou grande generosidade e ajudou pessoas que sequer conhecia.

“Dois casos para a as pessoas entenderem o coração dele. No Palmeiras, ele estava em um restaurante nobre de São Paulo com a esposa. De repente passaram meninos vendendo bala, falando ‘compra aqui, Deyverson’. Ele disse para eles sentarem e jantarem. É de coração, não para aparecer”, iniciou.

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Em seguida, o dirigente completou com um caso que ocorreu em uma padaria que fica próxima à Academia de Futebol. O jogador deu gorjeta a uma atendente e depois, incomodado por não ter feito o mesmo com os outros profissionais, voltou para também beneficiar as outras pessoas.

“Ele foi contra a regra porque tinha que comer no clube (risos). Na hora de pagar, não tinha troco e ele disse para a atendente: ‘Fica para você, porque me trata muito bem’. Foi treinar, mas ficou incomodado por não ter dado gorjeta para todos, pegou no banco e voltou lá. Esse é Deyverson”, completou Alexandre.

Deyverson mostra que é diferenciado

Não é de hoje que o camisa 9 demonstra ter um grande coração. As declarações dele e sua postura fora de campo evidenciam isso há um bom tempo. Não é por acaso que o atleta se transformou em um dos grandes personagens do futebol brasileiro, ultrapassando a idolatria que conquistou no Palestra.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.