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Deixou o Palmeiras para virar ídolo de todo um país europeu

Formado nas categorias de base do Palmeiras, o atacante Flamarion Jovino deixou o Brasil antes mesmo de iniciar sua trajetória como profissional. Hoje, o…

Deixou o Palmeiras para virar ídolo de todo um país europeu

Foto: divulgação.

Formado nas categorias de base do Palmeiras, o atacante Flamarion Jovino deixou o Brasil antes mesmo de iniciar sua trajetória como profissional. Hoje, o jogador é ídolo na Geórgia e vive a expectativa de se naturalizar para defender a seleção do país.

Flamarion atua pelo Dínamo Batum. Em seu começo por lá, sofreu com lesões e viu o clube cair para a segunda divisão. Um ano depois, porém, o time voltou à elite e o atleta foi construindo aos poucos a idolatria que possui hoje. Ele é o atual artilheiro da liga nacional, com 13 gols em 18 partidas disputadas.

“A torcida sempre apoiou o clube em todas as situações. O amor foi crescendo e criei um vínculo forte”, disse o brasileiro, que aguarda autorização para passar a defender a seleção georgiana. “Só depende da Fifa. A Geórgia é uma segunda casa para mim e poder representar o país seria ótimo”, completou.

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Quanto a isso, a federação da Geórgia tenta regularizar a situação do ex-Verdão. Para que possa defender a seleção, o jogador precisa ter cinco anos seguidos jogando no país. O impasse se dá pelo fato dele ter sido emprestado para o futebol russo em 2021.

Jovino deixou o Palmeiras pela porta da frente

Na base do Alviverde, o atacante foi parceiro de Gabriel Jesus e chegou a participar de treinos com o profissional, porém nunca chegou a jogar pelo profissional. Sem espaço, foi avisado que não seguiria no clube e teve que tomar decisão difícil em relação a sequência da carreira.

“Saí pela porta da frente e eles foram muito transparentes comigo. O problema é que ainda não havia jogado profissionalmente e era difícil conseguir um time. Tive que tomar uma decisão difícil”, relembrou o jogador.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.