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Gustavo Gómez se torna o estrangeiro com mais jogos pelo Palmeiras

Gustavo Gómez subiu mais um degrau na história do Palmeiras. Diante do Bragantino, no último fim de semana, o zagueiro chegou a 241 jogos…

Gustavo Gómez se torna o estrangeiro com mais jogos pelo Palmeiras

Foto: Cesar Greco.

Gustavo Gómez subiu mais um degrau na história do Palmeiras. Diante do Bragantino, no último fim de semana, o zagueiro chegou a 241 jogos com o manto palestrino, igualando as marcas de Tiki Arce e Jorge Valdivia. Agora, os três ocupam o topo do ranking de estrangeiros que mais atuaram pelo clube.

“Fico muito feliz por igualar a marca de dois grandes ídolos do clube e sou muito grato aos companheiros, treinadores, funcionários e dirigentes que me deram essa oportunidade e me ajudam muito diariamente”, declarou o capitão alviverde.

O paraguaio celebrou ter chegado no feito do compatriota Arce, que brilhou na lateral-direita do Verdão no fim da década de 1990 e início dos anos 2000. O xerife, contudo, não quer parar por aí e almeja alcançar patamares ainda maiores na SEP.

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“O Arce construiu essa marca e, quando cheguei, falei que ele era um espelho para mim. Fico muito feliz por estar aqui e fazer o que estou fazendo, o que eu mais gosto, que é jogar futebol e alcançar essas marcas históricas. O bom é que ainda tenho muito tempo aqui e espero conquistar muito mais”, completou.

Gustavo Gómez comemorou conquista ao lado de Luan

No mesmo jogo, o camisa 15 completou 100 partidas disputadas ao lado de Luan na zaga palmeirense. Juntos, os defensores somam 63 vitórias, 23 empates, 14 derrotas, 63 gols sofridos e 58 jogos sem sofrer gols.

“Chegar a 100 jogos com ele é muito bom. Temos mais vitórias do que jogos perdidos. Espero que ganhemos ainda mais jogos juntos”, finalizou o zagueiro já consolidado como um dos maiores ídolos da história da instituição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.