★ Notícias do Palmeiras

Caloteiro? Rival do Palmeiras deve R$ 51 milhões de processos trabalhistas

Um dos principais rivais do Palmeiras, o São Paulo está em uma situação financeira nada favorável. Em seu balanço financeiro referente a 2022, o…

Caloteiro? Rival do Palmeiras deve R$ 51 milhões de processos trabalhistas

Foto: Marcos Ribolli.

Um dos principais rivais do Palmeiras, o São Paulo está em uma situação financeira nada favorável. Em seu balanço financeiro referente a 2022, o Tricolor do Morumbi apresentou dívidas trabalhistas milionárias que chegam a casa dos R$ 51 milhões.

Dentre os jogadores que deixaram o clube recentemente, constam pendências com o atacante Éder e o lateral espanhol Juanfran. A maior delas, porém, é com Daniel Alves, a quem a agremiação precisa pagar nada menos que R$ 20,4 milhões em depósitos mensais de R$ 400 mil.

Ex-atletas e ídolos da instituição também recorreram à Justiça para buscar seus direitos. É o caso do ex-volante e atual comentarista Richarlyson, por exemplo. Ao campeão do mundo, da Libertadores e tricampeão brasileiro, o time deve R$ 7,2 milhões.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Outros tantos jogadores cobram da equipe da Zona Sul da capital paulista o recebimento de débitos da época em que passaram por lá. Algumas empresas também recorrem aos meios legais para tentar ter o que lhes é de direito.

Rivais do Palmeiras estão na pindaíba 

O SP não é o único time grande do estado enfrentando problemas financeiros. Corinthians e Santos vão no mesmo embalo e também se encontram em situações complicadas.

O Alvinegro da capital deve jogadores atuais e antigos do clube. Além do fato de possuir mais de R$ 900 milhões em dívidas, uma das maiores do futebol brasileiro. Quem também vem se arrastando em pendências nos últimos anos é o Alvinegro da Baixada Santista, que tem esse cenário escancarado nos elencos ruins das temporadas recentes.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.