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Abel Ferreira fala sobre o técnico do Cruzeiro e surpreende

Após a classificação do Palmeiras na Copa do Brasil, o técnico Abel Ferreira rasgou elogios a um possível adversário seu nas oitavas de final…

Após a classificação do Palmeiras na Copa do Brasil, o técnico Abel Ferreira rasgou elogios a um possível adversário seu nas oitavas de final da competição nacional. Trata-se de Pepa, compatriota do palestrino, que assumiu o comando da Raposa recentemente.

“É um grande treinador. É um treinador que conheço muito bem o processo de formação dele. É outro treinador que ninguém deu nada, foi tudo à pulso [pelo mérito]. Tem uma história de vida inspiradora, na minha opinião”, disse.

Os treinadores se enfrentaram oito vezes em terras lusitanas. Abel levou a melhor em seis oportunidades, perdeu uma e houve um empate. Apesar da admiração pelo conterrâneo, o palmeirense não quer saber de clima amistoso quando eles estiverem frente a frente pela primeira vez no Brasil.

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“Para mim, é igual enfrentar um português, um brasileiro, um argentino, um paraguaio, como acontece aqui. Tem vários treinadores de várias nacionalidades. Continuo a dizer que a competência não tem nacionalidade. Quando nos enfrentarmos, seguramente, cada um vai dar o melhor de si”, completou.

Abel Ferreira pode enfrentar compatriota na Copa do Brasil

Palmeiras e Cruzeiro são dois dos 16 times classificados para as oitavas de final da Copa do Brasil. Nessa fase não há nenhum tipo de bloqueio no sorteio dos confrontos – que acontecerá nesta terça (2). Portanto, todas as equipes podem se enfrentar, inclusive os Palestras.

No Brasileirão, os clubes têm encontros marcados nas 19ª e 38ª rodadas. O primeiro duelo será no Allianz Parque, previsto para o dia 5 de agosto. Já o segundo embate será no dia 3 de dezembro, em Belo Horizonte.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.