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Sampaoli vai receber mixaria perto do que Abel Ferreira ganha no Palmeiras

Recentemente, Jorge Sampaoli fechou com o Flamengo para comandar a equipe carioca na sequência da temporada, após a demissão de Vítor Pereira. O badalado…

Recentemente, Jorge Sampaoli fechou com o Flamengo para comandar a equipe carioca na sequência da temporada, após a demissão de Vítor Pereira. O badalado treinador argentino não ganhará pouco para dirigir o time da Gávea, mas, em comparação com Abel Ferreira, ele fica bem atrás.

Ao que consta, o “hermano” receberá no Rubro-Negro um salário na casa dos R$ 2 milhões mensais. As cifras são uma das maiores do país para um profissional do cargo, porém ficam abaixo do patamar do técnico mais bem pago do Brasil e da América do Sul.

Quem ocupa esse posto é Abel, que ganha no Verdão R$ 34 milhões por ano. Esse valor – que já foi contestado pelo clube – equivale a pouco mais de R$ 2,8 milhões por mês, algo que jamais nenhuma outra agremiação nacional pagou para um treinador.

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Se não poderá igualar o português nas cifras em um primeiro momento, o peronista tentará repetir o feito do palmeirense em campo, que conquistou praticamente tudo o que disputou desde que começou sua trajetória em território brasileiro, em novembro de 2020. O lusitano, no entanto, será uma pedra no sapato do adversário nisso também.

Sampaoli sofreu o primeiro baque no Fla

Depois de estrear vencendo o limitado Ñublense, do Chile, por 2 a 0, na segunda rodada da Libertadores, Jorge Sampaoli perdeu a primeira partida logo no segundo compromisso à frente do banco de reservas rubro-negro.

Os cariocas foram ao Beira-Rio, no último domingo, e até abriram o marcador na casa colorada, com Gerson. Entretanto, no segundo tempo, o Internacional de Mano Menezes virou o placar com dois gols de Maurício e carimbou o início da trajetória do treinador argentino na equipe flamenguista.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.