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Você não deve saber, mas Renato Augusto quase foi rebaixado com o Palmeiras

O meio-campista Renato Augusto quase foi rebaixado atuando pelo Palmeiras, em 2012. E não, esse não é o atual jogador do Corinthians, revelado pelas…

Você não deve saber, mas Renato Augusto quase foi rebaixado com o Palmeiras

Foto: Mauro Pimentel / Terra.

O meio-campista Renato Augusto quase foi rebaixado atuando pelo Palmeiras, em 2012. E não, esse não é o atual jogador do Corinthians, revelado pelas categorias de base do Flamengo, com passagem pelo futebol europeu e que disputou Copa do Mundo com a Seleção Brasileira.

Renato Augusto Santos Júnior, ou simplesmente Renatinho, é cria das equipes de formação do Verdão. Entre 2011 e 2012, ele atuou pela equipe juvenil do Palestra.

Naquele mesmo fatídico ano de 2012, o atleta subiu para o profissional, mas não chegou a entrar em campo. Ele sofreu uma lesão e depois foi emprestado ao Moreirense, de Portugal, equipe pela qual disputou 28 partidas e marcou um gol.

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Um ano após a queda do clube para a Série B, o meia retornou e recebeu algumas chances de jogar com o técnico Gilson Kleina. Mas foi com o argentino Ricardo Gareca, em 2014, que teve o maior volume de oportunidades vestindo o manto palestrino.

Renatinho tem pelo clube o título brasileiro da segunda divisão de 2013, 42 partidas disputadas e um gol marcado. O jogador só deixou o Alviverde em definitivo em 2019, para atuar no Shimizu S-Pulse, do Japão, time que defende atualmente, aos 31 anos.

Em oito anos de clube, Renato Augusto atuou mais por outras equipes

Ao todo, Renatinho ficou ligado ao Verdão por oito temporadas. Sem espaço para jogar, ele acabou sendo emprestado diversas vezes: Moreirense, Joinville, Ponte Preta, Figueirense, Santo André, Paysandu e Guarani.

Nesse período, o meia realizou 133 jogos, uma quantidade superior às partidas disputadas em quase uma década de vínculo com o Palmeiras.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.