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Oscar Schmidt: ídolo do Basquete foi jogador do Palmeiras

Considerado o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos, Oscar Schmidt começou a dar os seus primeiros arremessos no Palmeiras. Antes de…

Considerado o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos, Oscar Schmidt começou a dar os seus primeiros arremessos no Palmeiras. Antes de brilhar com a camisa da seleção brasileira, o ‘Mão Santa’ vestiu o manto palestrino entre os anos de 1975 e 1978 e fez história.

Ao todo, o ala disputou 82 partidas pelo Verdão, tendo feito 2.033 pontos. O desempenho do astro em quadra ajudou o clube a conquistar nove títulos: Campeonato Brasileiro (1977); Copa Interamericana de Basquete (1977); Paulista (1974); Paulistano (1974, 1975 e 1976); Torneio de Preparação da FPB (1976 e 1977); e Torneio de Aniversário da FPB (1976).

Já na época em jogou pelo Palmeiras, Oscar brilhava na Seleção. Posteriormente, em 1987, ele foi um dos grandes responsáveis pela conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, um feito memorável do país na modalidade.

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O Mão Santa é um dos 50 maiores jogadores da bola laranja de todos os tempos, segundo a Federação Internacional de Basquete (FIBA). Ele também está no Hall da Fama da entidade.

Em 2013, o atleta entrou para o Basketball Hall of Fame, dos EUA. Três anos depois foi a vez do Hall da Fama do Basket Itália nomeá-lo.

Maior pontuador da história do basquete, Oscar Schmidt recusou a NBA

Quando atuava pelo Flamengo, em 2001, Oscar simplesmente superou a marca Kareem Abdul-Jabbar e se tornou o maior pontuador da história do basquetebol. Ele terminou a carreira com 49.737 pontos

Em 1984, o ala foi selecionado pelo New Jersey Nets, hoje Brooklyn Nets, na sexta rodada do Draft da NBA, mas optou por não ir para os Estados Unidos. Ele ainda teve outras oportunidades de jogar na maior liga da modalidade, porém recusou todas.

Até 1989, os jogadores da NBA não podiam atuar por seleções. Oscar preferiu jogar pelo país ao invés de fazer carreira em território estrangeiro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.