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FIFA tomou atitude detestável e acabou com sonho do Palmeiras

Campeão da Libertadores de 1999, o Palmeiras acabou ficando de fora do Mundial de Clubes da Fifa realizado pela primeira vez no ano seguinte.…

Campeão da Libertadores de 1999, o Palmeiras acabou ficando de fora do Mundial de Clubes da Fifa realizado pela primeira vez no ano seguinte. O Verdão seria um dos participantes do torneio no ano seguinte, mas o campeonato acabou sendo cancelado e só voltaria a acontecer em 2005.

Os 12 times participantes já haviam sido definidos, dentre eles o Alviverde, o Real Madrid e o Boca Juniors. A sede seria na Espanha e os jogos ocorreriam entre 28 de julho e 12 de agosto de 2000.

No entanto, poucos meses antes da competição iniciar, Joseph Blatter, então presidente da entidade máxima do futebol, anunciou o cancelamento. Os motivos pelos quais o encerramento foi oficializado foi o financeiro e o calendário das equipes europeias.

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“O período em que a competição estava marcado acabou ficando particularmente inconveniente, do ponto de vista de partidas nacionais e internacionais. Seria inconveniente para clubes e seleções”, argumentou Blatter na época.

A Fifa acabou pagando uma indenização de 750 mil dólares aos clubes, um valor inferior aos US$ 2,7 milhões que cada um receberia para participar do torneio.

Mundial de Clubes da Fifa só voltou em 2005

Entre os anos de 2001 e 2004, o campeonato ficou suspenso. Nesse período as equipes continuaram disputando o Intercontinental.

O Mundial só retornou em 2005, edição na qual o São Paulo sagrou-se campeão ao derrotar o Liverpool na final. Por conta de adequação, o formato foi diferente do realizado em 2000 – o que prevalece até os dias de hoje.

O Palestra, prejudicado nessa história, só voltou a participar da competição em 2020, na qual terminou em quarto lugar, e na temporada seguinte, quando ficou com o vice.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.