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Comandou o Palmeiras e agora pode assumir a seleção do Equador

Segundo o jornal As, da Espanha, o argentino Ricardo Gareca, ex-treinador do Palmeiras, será o novo comandante da seleção do Equador. Restam apenas detalhes…

Comandou o Palmeiras e agora pode assumir a seleção do Equador

Foto: Reprodução/Instagram @fefecuador.

Segundo o jornal As, da Espanha, o argentino Ricardo Gareca, ex-treinador do Palmeiras, será o novo comandante da seleção do Equador. Restam apenas detalhes financeiros a serem acertados para o técnico, junto com seu auxiliar Bocha Santín, assumir mais um selecionado sul-americano.

Gareca esteve à frente do Peru nos últimos dois ciclos de Copa do Mundo. Em 2018, ele conseguiu classificar o país para o Mundial da Rússia, mas não obteve o mesmo sucesso na edição seguinte, realizada no Catar, caindo na repescagem para a Austrália.

O argentino ainda conduziu a Branca e Vermelha ao vice-campeonato da Copa América de 2019, sendo derrotado na final pelo Brasil, no Maracanã.

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Agora no Equador, Ricardo começará os trabalhos já no final deste mês. Ele assumirá o lugar do compatriota Gustavo Alfaro, que estava no cargo há dois anos, levou a equipe equatoriana para a Copa do Catar e caiu na fase de grupos.

Ricardo Gareca teve passagem curta pelo Palmeiras

O último trabalho de Gareca em clubes foi justamente no Verdão, em 2014. A trajetória do treinador na Academia de Futebol, porém, foi curta e durou pouco mais de 60 dias.

Na época, o Palmeiras vivia uma fase completamente oposta da atual e o argentino foi contratado para a situação ruim pela qual o clube passava dentro de campo em pleno ano do centenário. Entretanto, ele não resistiu à pressão por resultados no Brasileirão e acabou sendo mandado embora precocemente.

Ao todo, Ricardo comandou o Palestra por 13 jogos (quatro vitórias, um empate e oito derrotas) e teve um aproveitamento de 33%.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.