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Felipão quer ver Abel Ferreira no comando da Seleção Brasileira

Diferentemente de alguns treinadores brasileiros, Felipão, ídolo do Palmeiras, deseja ver seu pupilo Abel Ferreira na Seleção Brasileira. Para Scolari, a solução do comando…

Felipão quer ver Abel Ferreira no comando da Seleção Brasileira

Foto: Reprodução.

Diferentemente de alguns treinadores brasileiros, Felipão, ídolo do Palmeiras, deseja ver seu pupilo Abel Ferreira na Seleção Brasileira. Para Scolari, a solução do comando da amarelinha pode estar em um técnico estrangeiro e ele ficaria feliz se fosse o português.

“Se houver essa possibilidade, o Abel é um dos nomes que eu ficaria muito feliz em ver na Seleção. Quem é bom, pode trabalhar, mostra sua condição e pronto. Só nós brasileiros somos bons para o Brasil? Não, não temos que ficar preservando cargos. Eu não gosto disso”, disse em entrevista concedida à Rádio Gaúcha.

De seleções, o atual diretor-técnico do Athletico-PR entende. Luiz Felipe foi campeão do mundo com o time canarinho, em 2002, comandando Ronaldo, Ronaldinho e companhia. Depois, em 2006, conduziu Portugal de CR7, Figo, Deco e outros talentos ao quarto lugar no Mundial da Alemanha.

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Abel e Felipão têm muito carinho um pelo outro. Foi o brasileiro quem convocou o lusitano para defender seu país pela primeira vez, quando era lateral-direito. Desde então, o atual treinador do Verdão faz questão de destacar a importância do amigo em sua carreira.

Abel Ferreira só pensa no Palmeiras

Apesar das especulações – e até mesmo muitos pedidos -, o comandante palestrino está focado na temporada que está prestes a começar e pretende cumprir seu contrato, que é válido até 2024.

“Eu vivo muito no aqui e no agora. E o aqui e o agora é o Palmeiras, ser treinador de um dos maiores clubes do mundo. Estou muito feliz e muito realizado no clube onde estou. Minha realidade é esta, este é o meu foco”, comentou Abel recentemente.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.