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Ídolo do Verdão visita sala de troféus e se declara ao clube

Grande nome do Verdão da década de 1950, José Altafini, o Mazzola, visitou a sala de troféus do clube, localizada no Allianz Parque. O…

Ídolo do Verdão visita sala de troféus e se declara ao clube

Foto: Reprodução.

Grande nome do Verdão da década de 1950, José Altafini, o Mazzola, visitou a sala de troféus do clube, localizada no Allianz Parque. O ex-atacante se declarou ao Palmeiras e lamentou não ter feito parte da conquista de ao menos uma das tantas taças que preenchem a galeria alviverde.

“O Palmeiras é a minha casa, nas minhas verdes tem sangue verde. Seria uma grande satisfação se tivesse ganhado algum troféu”, disse Mazzola.

O fato de não ter ganho nenhum título com o manto palestrino não reduz a relevância do ex-jogador na história do clube. Ele foi o primeiro palmeirense a sagrar-se campeão do mundo pela Seleção Brasileira, em 1958, na Suécia.

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“Uma satisfação é que fui o primeiro campeão mundial do Palmeiras. Em 1958, representei o Palmeiras e fiquei muito contente em ser campeão. A minha vida era essa aqui. Me perguntaram um dia para quem eu torcia: Milan, Juventus ou Napoli. Disse: ‘Não, sempre Palmeiras’. Hoje creio que seja um dos melhores do mundo”, concluiu.

Desempenho de Mazzola pelo Verdão

José Altafini chegou ao Alviverde aos 17 anos. Em 126 jogos realizados balançou as redes adversárias 90 vezes, entre os anos de 1956 e 1958.

Depois da Copa de 1958, ele foi vendido para o Milan e, por isso, foi impedido de seguir vestindo a amarelinha. Por essa razão, passou a defender a seleção italiana, país pelo qual também jogou um Mundial.

Ídolo Rossoneri, equipe pela qual ganhou campeonatos nacionais e Liga dos Campeões, o palestrino também atuou por Juventus e Napoli na terra da bota.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.