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Foi detonado no Palmeiras e vive péssima fase na Europa

O centroavante Luiz Adriano deixou o Palmeiras pelas portas dos fundos após desavenças com a torcida. Ingrato com o clube pelo qual conquistou os…

O centroavante Luiz Adriano deixou o Palmeiras pelas portas dos fundos após desavenças com a torcida. Ingrato com o clube pelo qual conquistou os principais títulos da carreira, o jogador passou a provocar o Verdão. Mais preocupado com o extracampo, ele deixou de lado o futebol.

Aos 35 anos, Luiz atualmente defende o Antalyaspor, da Turquia. O atacante assinou com a equipe no começo deste ano, meio da temporada no futebol europeu, quando foi dispensado pelo Palestra, e até agora não rendeu dentro de campo.

Na atual temporada, o centroavante disputou 12 partidas, sendo oito como titular, não balançou as redes e nem distribuiu assistências. Com apenas cinco finalizações, três no gol, ele possui a quarta pior nota entre os atacantes do Campeonato Turco, segundo o Sofascore: 6,49.

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Centroavante deixou Palmeiras em baixa

Em 2019, o Verdão anunciou a compra de 50% dos direitos econômicos de Luiz Adriano, que estava no Spartak Moscou, da Rússia. Ele chegou no Allianz Parque com status de grande reforço depois de passagens por Shakhtar Donetsk e Milan, no futebol europeu.

Referência no ataque alviverde enquanto esteve focado, o atacante entrou em campo 104 vezes com a camisa palestrina e balançou as redes adversárias em 32 oportunidades. Foi peça importante nos títulos do Paulistão (2020), da Copa do Brasil (2020) e da Libertadores (2020), além de ter feito parte do plantel bicampeão da Liberta de 2021.

Entretanto, a passagem vitoriosa do atleta pelo clube teve um final frustrante. Por conta do extra-campo, Luiz Adriano deixou o futebol de lado, entrou em conflito com a torcida e teve o contrato rescindido um ano antes do fim do acordo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.