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Dirigente pode estar de saída do Palmeiras e faz alegria da torcida

Um dos alvos preferidos das críticas de parte da torcida do Palmeiras é o diretor de futebol, Anderson Barros. O dirigente, que constantemente é…

Dirigente pode estar de saída do Palmeiras e faz alegria da torcida

FOTO: CESAR GRECO.

Um dos alvos preferidos das críticas de parte da torcida do Palmeiras é o diretor de futebol, Anderson Barros. O dirigente, que constantemente é pedido fora do Verdão, tem contrato com o clube até dezembro e ainda não teve a permanência na Academia de Futebol em 2023 confirmada, o que aumenta a possibilidade de uma saída.

Segundo o jornalista Sérgio Boaz, da Rádio Bandeirantes, do Rio Grande do Sul, o Grêmio estaria disposto a tirar o dirigente do Alviverde.

Isso, porém, depende do resultado das eleições para presidente no clube gaúcho, que se iniciaram na quarta-feira, último dia 26, em primeiro turno, e terá um desfecho definitivo em 12 de novembro.

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Barros seria o nome ideal do candidato Odorico Roman, que concorre para suceder o atual mandatário Romildo Bolzan Júnior. O dirigente palestrino seria o Plano A, enquanto Rui Costa, do São Paulo, seria uma segunda alternativa.

Parte da torcida do Palmeiras não quer continuidade de Anderson Barros

Barros foi contratado por Maurício Galiotte, em dezembro de 2019. Ele assumiu o cargo antes ocupado por Alexandre Mattos com o objetivo de mudar a política de contratações do Palestra e obteve sucesso, sendo uma peça importante nas conquistas dos títulos desde então.

Quando Leila Pereira assumiu a presidência, no fim de 2021, a continuidade do diretor foi recomendada por Galiotte e ele recebeu um voto de confiança da mandatária.

Contudo, principalmente na atual temporada, o dirigente passou a ser criticado. A principal questão de alguns palmeirenses em relação ao trabalho dele é a falta de contratações de peso para reforçar o plantel alviverde.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.