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Palmeiras chega a marca dos milhares no Brasileirão

Na última terça-feira (25), o Palmeiras bateu o Athletico por 3 a 1, de virada, na Arena da Baixada, em duelo válido pelo Campeonato…

Palmeiras chega a marca dos milhares no Brasileirão

Foto: Cesar Greco.

Na última terça-feira (25), o Palmeiras bateu o Athletico por 3 a 1, de virada, na Arena da Baixada, em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro. Ao entrar em campo, o Verdão chegou a 1.500 jogos pelo torneio nacional, criado em 1959.

Com o triunfo em Curitiba, o Alviverde atingiu a marca de 685 vitórias. Além dos resultados positivos, foram 414 empates e 401 derrotas, um aproveitamento de 55%. O clube fica a apenas uma vitória do São Paulo, que lidera o ranking com 686 triunfos.

Ao longo dos 63 anos da liga nacional, que já mudou de formato (mata-mata e pontos corridos) e de nome (Taça Roberto Gomes Pedrosa, Taça Brasil, Copa União e João Havelange), o Palestra balançou as redes adversárias 2.210 vezes e foi vazado em 1.600 oportunidades.

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Isso tudo sem contar os anos de 2003 e 2013, os quais o Palmeiras ficou afastado da elite do futebol brasileiro por disputar a Série B.

Líder isolado da atual edição com 74 pontos, o Maior Campeão do Brasil está cada vez mais próximo de conquistar o hendecacampeonato e se consolidar ainda mais como o maior vencedor da competição.

Abel não quer festa no Palmeiras antes da matemática permitir

Depois da vitória sobre o Furacão, Abel Ferreira tratou de acalmar os ânimos dos torcedores e afirmou que o Verdão focará apenas nos seus compromissos para garantir matematicamente a taça, sem pensar nos adversários.

“Aconteceu o que aconteceu hoje e daremos dois dias de folga para nossos jogadores, o que depende de nós falta uma vitória. Temos uma missão a cumprir, amanhã que joguem e que se forem melhores que ganhem, o que nós controlamos é o jogo seguinte. E podemos dar esse passo que ainda falta”, declarou o treinador.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.