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Endrick dá declaração curiosa e empolga ainda mais o Palmeiras

Grande destaque da vitória do Palmeiras sobre o Athletico, com dois gols feitos, o garoto Endrick ganhou de vez a torcida alviverde. Mas não…

Endrick dá declaração curiosa e empolga ainda mais o Palmeiras

Foto: Cesar Greco.

Grande destaque da vitória do Palmeiras sobre o Athletico, com dois gols feitos, o garoto Endrick ganhou de vez a torcida alviverde. Mas não foi apenas pelo desempenho dentro de campo que o jogador conquistou os palestrinos. Em entrevista após a partida, o menino de 16 anos impressionou pela maturidade de suas declarações.

“Pra mim ainda não está bom. Inexplicável o que Deus faz na minha vida, não acho que está bom ainda, tenho que treinar e tenho muito a melhorar. Tenho que trabalhar mais para melhorar, quero fazer as pessoas acreditarem em mim, ter fé e fazer elas acreditarem na minha pessoa”, disse o atacante em entrevista ao canal do Casimiro.

A joia palestrina celebrou o primeiro tento com o manto palestrino, porém fez questão de ressaltar que é apenas um garoto que ainda está na escola e tem muito na carreira que está apenas começando.

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“Esse gol é fruto do meu trabalho, que faço dentro de casa e fora do Palmeiras. Estou estudando ainda, os torcedores me falaram que não era hora de criança estar acordada, é sempre trabalhar e agora é seguir em frente com muita humildade”, completou.

Endrick já fez história no Verdão

Ao balançar a rede pela primeira vez pelo Alviverde, o atacante se tornou o jogador mais jovem da história do clube a marcar. Com 16 anos, três meses e quatro dias, ele superou ninguém menos que Heitor (16 anos, 11 meses e 14 dias), o maior artilheiro do Palmeiras com 323 gols.

Essa marca durava 106 anos. Heitor anotou o tento atuando pelo então Palestra Itália em uma vitória por 4 a 1 sobre a Associação Atlética das Palmeiras pelo Campeonato Paulista de 1916.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.