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Foi emprestado pelo Palmeiras e imitou marca registrada de Haaland

Revelado pelo Palmeiras, o centroavante Rafael Elias, o Papagaio, está emprestado ao Baniyas Sports, dos Emirados Árabes. No último fim de semana, a Cria…

Foi emprestado pelo Palmeiras e imitou marca registrada de Haaland

Foto: Cesar Greco.

Revelado pelo Palmeiras, o centroavante Rafael Elias, o Papagaio, está emprestado ao Baniyas Sports, dos Emirados Árabes. No último fim de semana, a Cria da Academia fez três gols na goleada do time de Abu Dhabi, pelo campeonato nacional, imitando o novo hábito do norueguês Erling Haaland.

Desde que chegou ao Manchester City, o atacante europeu fez três hat-tricks, como é conhecido por lá quando um jogador marca três vezes no mesmo jogo. Com isso, ele ultrapassou marcas de Cristiano Ronaldo e Luis Suárez.

Visando seguir os passos do colega de posição, Papagaio tem contrato com o Dibba até junho de 2023. Neste ano, o atacante ainda marcou 15 gols e deu duas assistências vestindo a camisa do Ituano.

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“Muito feliz em marcar meus primeiros gols com a camisa do Baniyas e marcar meu primeiro hat-trick como profissional, quero deixar meu agradecimento a toda a família Baniyas por sempre acreditar em mim todos os dias, todos de parabéns pela entrega e dedicação nessa partida”, escreveu o jogador em seu Instagram.

Palmeiras recebeu boa quantia pelo empréstimo

Ao negociar o atacante, o Verdão embolsou 1,5 milhão de dólares, por volta de 7,5 milhões de reais na cotação da época.

Revelado pelas categorias de base do Palestra, Rafael surgiu como uma das principais promessas de sua geração. No entanto, não conseguiu ter o mesmo sucesso quando subiu para o time principal.

Sem espaço no profissional, foi emprestado para o Atlético-MG, Goiás e Cuiabá, antes de ter o melhor desempenho da carreira pelo Ituano.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.