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Dois negócios podem colocar mais de R$ 300 milhões no caixa do Palmeiras

O Palmeiras começa a pensar no planejamento para a próxima temporada. Algumas contratações devem acontecer, assim como uma ou outra saída. Dentre as possibilidades…

O Palmeiras começa a pensar no planejamento para a próxima temporada. Algumas contratações devem acontecer, assim como uma ou outra saída. Dentre as possibilidades de venda, o clube pode fazer cerca de R$ 332 milhões com dois jogadores: Danilo e Endrick.

Um dos destaques do Verdão na temporada, o volante está avaliado em 25 milhões de euros, quantia que na cotação atual corresponde a aproximadamente R$ 128 milhões. Aos 21 anos, o jogador é o mais caro do futebol brasileiro e está na mira de times europeus.

Já o atacante, desejado por diversas equipes da primeira prateleira do velho continente, não deve ser negociado pela diretoria alviverde por menos 40 milhões de euros no Endrick (R$ 204 milhões).

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O Palestra compreende o potencial que tem em mãos e, por isso, não aceitará vender as joias pela primeira oferta que chegar. Muito pelo contrário. O clube sabe dos ativos que possui e a importância deles dentro de campo para a equipe de Abel Ferreira e deve fazer jogo duro para liberá-los.

Caso venda os atletas, o Palmeiras ainda ficará com um deles

Na última janela de transferências, o camisa 28 recebeu sondagem do Arsenal, da Inglaterra. Porém, em prol de manter um time competitivo, ele foi mantido.

Esse cenário, contudo, pode ser diferente em 2023. Devido ao assédio constante, o clube admite a possibilidade de perdê-lo.

Quanto a Endrick, mesmo se for negociado não poderá deixar o país antes de completar 18 anos, por determinação da FIFA. Por isso, o garoto prodígio está garantido no Verdão até o fim do contrato, que se encerra em meados de 2025.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.