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“Flopou” no Palmeiras e fechou com time desconhecido do Paraná

Revelado pelo Palmeiras, o atacante Zé Eduardo, mais conhecido como Zé Love, foi anunciado como novo reforço do Cianorte, do Paraná. O experiente jogador…

“Flopou” no Palmeiras e fechou com time desconhecido do Paraná

Foto: Divulgação.

Revelado pelo Palmeiras, o atacante Zé Eduardo, mais conhecido como Zé Love, foi anunciado como novo reforço do Cianorte, do Paraná. O experiente jogador de 34 anos, que soma passagens por diversas equipes, defenderá o time paranaense na próxima temporada.

Um dos atletas mais jovens a vestir o manto palestrino, Zé estreou no antigo Palestra Itália com apenas 16 anos, em 2004. Porém, sem espaço no elenco da época, realizou apenas três jogos e depois passou a rodar por diversos clubes.

A passagem mais relevante do jogador no cenário nacional foi vestindo a camisa do Santos. Ao lado de Neymar, Paulo Henrique Ganso e companhia, ele fez parte da geração santista que conquistou dois estaduais, a Copa do Brasil e a Copa Libertadores entre os anos de 2010 e 2011.

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Após o sucesso na Vila Belmiro, o atacante foi vendido para o Genoa, da Itália, e a partir de então trocou de time praticamente a cada temporada.

Aos 34 anos, o jogador chega no Cianorte somando bons números pelo Brasiliense, última equipe que defendeu. Entre 2020 e 2021, fez 42 gols em 65 partidas disputadas.

Cria do Palmeiras quase fechou com o Milan

Quando atuava pelo Genoa, Zé Love despertou o interesse do Milan, um dos maiores times da Itália. O atacante chegou a assinar contrato de empréstimo com os ‘Rossoneri’, mas o negócio não aconteceu.

Em seguida, ele tentou voltar para o Genoa, porém foi afastado por desrespeitar uma ordem do presidente do clube.“Não deu certo e quando eu voltei para o Genoa, o treinador me afastou e fiquei seis meses sem jogar”, declarou Zé.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.