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Auxiliar de Abel diz que acreditava na vitória do Verdão e alerta que ainda faltam 10 finais

Suspenso, Abel Ferreira não esteve no banco de reservas na vitória do Verdão diante do Atlético-MG, no Mineirão. O treinador foi substituído por João…

Auxiliar de Abel diz que acreditava na vitória do Verdão e alerta que ainda faltam 10 finais

João Martins, auxiliar de Abel Ferreira. Foto: Cesar Greco.

Suspenso, Abel Ferreira não esteve no banco de reservas na vitória do Verdão diante do Atlético-MG, no Mineirão. O treinador foi substituído por João Martins, seu auxiliar, que destacou o caráter decisivo das últimas rodadas do Brasileirão e descartou qualquer possibilidade de um clima de “já ganhou” no Palmeiras.

“Faltam dez finais. Quando pusemos esse objetivo, faltavam 13, e conseguimos ganhar as três. Somos a melhor equipe do segundo turno. Fizemos uma rodada inteira com o primeiro lugar, mas o que interessa é na última jornada estarmos em primeiro. Só vamos olhar para nós, jogo a jogo. Agora, é descansar bem”, disse.

Sincero, João lembrou que muitas pessoas duvidaram do triunfo alviverde em Belo Horizonte por conta dos desfalques da equipe. Porém, o Palestra se superou e ganhou apesar das forças contrárias.

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“Poucos acreditavam, vamos ser sinceros, que o Palmeiras vinha aqui ganhar. O clube inteiro acreditava, e trabalhou forte para isso. A diretoria acreditava, o treinador acreditava, os jogadores acreditavam muito, os torcedores acreditavam. Pelo que aconteceu no jogo, só mesmo o Palmeiras acreditava, porque fizeram de tudo para isso não acontecer”, concluiu o auxiliar.

As 10 finais do Verdão no Brasileirão

Líder com 60 pontos, o Alviverde tem nove de vantagem para o Fluminense, segundo colocado com 51 pontos. Nas dez partidas restantes para o fim da competição nacional, o time tem cinco duelos em casa e cinco como visitante na busca pelo 11º título brasileiro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.