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Ídolo do basquete enche a bola do treinador do Palmeiras e afirma que ele joga no banco de reservas

Oscar, o ‘Mão Santa’, maior referência do basquete brasileiro, rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira à frente do Palmeiras. Em participação no podcast…

Ídolo do basquete enche a bola do treinador do Palmeiras e afirma que ele joga no banco de reservas

Em 2013, Oscar teve seu nome eternizado no Hall of Fame Basketball (Divulgação).

Oscar, o ‘Mão Santa’, maior referência do basquete brasileiro, rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira à frente do Palmeiras. Em participação no podcast ‘Feat’, a lenda da bola laranja afirmou que gostaria de ter tido um treinador igual ao português na época de atleta, um técnico que “vai para o campo como se fosse jogar”.

“Gostaria de ter um técnico igual ao Abel, que luta, briga pelo jogador. Ele sabe que ninguém dá nada a ninguém. Tem que conquistar no campo. Essa é a maior qualidade dele, ele vai para o campo como se fosse jogar. Abel é sonho de consumo, adoro ele!”, disse.

O ex-ala destacou ainda o empenho do palmeirense em comparação a alguns treinadores brasileiros, que, por falta de comprometimento, estão abaixo do lusitano, em sua opinião.

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“Extremamente competente. Ele estuda os outros times, sabe contra quem vai jogar. Não é como alguns técnicos brasileiros que não dão a menor bola. Alguns dão, mas muitos não. E esses ‘muitos’ estão abaixo do Abel”, finalizou.

Oscar começou a carreira no Palmeiras

Antes de brilhar na Seleção Brasileira e entrar para o Hall da Fama do Basquete – mesmo tendo se recusado a jogar na NBA -, o Mão Santa atuou pelo Verdão, entre 1975 e 1978, e fez história.

Em 82 jogos disputados com o manto palestrino, Oscar fez 2.033 pontos e conquistou nove taças: Copa Interamericana de Basquete (1977); Campeonato Brasileiro (1977); Campeonato Paulista (1974); Campeonato Paulistano (1974, 1975 e 1976); Torneio de Preparação da FPB (1976 e 1977); e Torneio de Aniversário da FPB (1976).

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.