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Marquinhos Xavier, treinador da Seleção Brasileira de Futsal, enche a bola de Abel Ferreira

O técnico Marquinhos Xavier, da Seleção Brasileira de Futsal, rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira no comando do Palmeiras. Xavier revelou que se…

Marquinhos Xavier, treinador da Seleção Brasileira de Futsal, enche a bola de Abel Ferreira

Marquinhos Xavier. Foto: Divulgação.

O técnico Marquinhos Xavier, da Seleção Brasileira de Futsal, rasgou elogios ao trabalho de Abel Ferreira no comando do Palmeiras. Xavier revelou que se atenta às declarações do português e em seu modo de gerir o elenco, algo que o possibilitou ficar muito tempo no cargo, um feito no cenário nacional.

“Tenho me concentrado muito nas entrevistas que o Abel tem dado e na forma que ele tem administrado o Palmeiras. Acho que isso sempre é um motivo de observação por parte dos treinadores, você permanecer tanto tempo em um clube, ainda mais no Brasil, onde a cultura é muito ‘resultadista’, você precisa administrar muitas questões além do jogo”, disse.

Em seguida, Marquinhos falou sobre o legado do palmeirense, que vai além do campo e dos títulos ganhos. Segundo o treinador da Seleção, o livro ‘Cabeça Fria, Coração Quente’ é de fundamental importância para os colegas de profissão.

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“Acho importante e valorizo muito a iniciativa dele de ter deixado um pequeno legado aqui, não só pelas conquistas com o Palmeiras, mas também um legado científico, técnico, através desta escrita. Então, que a gente possa seguir se motivando a produzir mais e, com isso, alcançar mais pessoas”, finalizou.

Marquinhos Xavier vê com bons olhos o intercâmbio entre Portugal e Brasil

Ao contrário de alguns técnicos brasileiros, Xavier destacou a importância da troca com os profissionais portugueses para a evolução do futebol como um todo.

“E essa mistura de culturas, eu particularmente tenho uma relação muito boa com os portugueses, ministro muitas aulas em universidades e cursos de formação em Portugal, e acho que quando a gente ‘laça’ essas culturas, a gente acaba aprendendo mais sobre o que a gente faz”, afirmou Marquinhos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.