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Artilheiro do amor admite que não deve conseguir no Sport a mesma proeza que teve no Palmeiras

Um dos principais destaques do Palmeiras na campanha do título da Série B em 2003, o centroavante Vagner Love não está tão confiante em…

Artilheiro do amor admite que não deve conseguir no Sport a mesma proeza que teve no Palmeiras

Vagner Love, atacante do Sport. Foto: Rafael Bandeira.

Um dos principais destaques do Palmeiras na campanha do título da Série B em 2003, o centroavante Vagner Love não está tão confiante em repetir o feito pelo Sport este ano. Após a derrota do time pernambucano por 3 a 0 para o Grêmio, no meio da semana, o jogador falou a respeito da possibilidade de acesso.

“Está cada dia mais difícil, mas enquanto existirem chances matemáticas de subir, os jogadores do Sport vão continuar lutando”, disse o artilheiro do amor logo após a partida.

Com o revés, o clube da Ilha do Retiro estacionou na 6ª colocação com 43 pontos, cinco atrás do Vasco da Gama, primeira equipe do G4. 

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Autor de apenas um gol em 10 jogos, Love, a aposta do Leão para conseguir uma das vagas, decepciona.

Restando sete rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, o Sport não depende só dele. Precisará vencer os confrontos diretos contra Vasco e Londrina, torcer contra ambos, e também bater o Cruzeiro, melhor time da competição.

Diante desse cenário, o Leão tem somente 3,4% de chances matemáticas de conseguir retornar à elite do futebol brasileiro.

Vagner Love fez diferente pelo Palmeiras em 2003

Revelação da base, Love foi um dos destaques do Verdão na conquista da taça da Série B, em 2003, tendo balançado as redes 21 vezes naquele ano.

Com o grande desempenho pelo time principal, não demorou muito para ser vendido. Em 2004, foi negociado com o CSKA Moscou, da Rússia.

Em 2009, o atacante retornou ao Alviverde, mas não obteve o mesmo sucesso. Tendo uma passagem apagada e uma conturbada relação com a torcida, o jogador deixou o clube pela porta dos fundos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.