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Palmeirenses têm um bom motivo para acreditar em mais um título da Libertadores

O Verdão eliminou o Atlético-MG e avançou para a semifinal da Copa Libertadores, classificação essa que foi muito celebrada pelos palmeirenses. O time segue…

Palmeirenses têm um bom motivo para acreditar em mais um título da Libertadores

Abel Ferreira nunca foi eliminado na Libertadores. Foto: Cesar Greco.

O Verdão eliminou o Atlético-MG e avançou para a semifinal da Copa Libertadores, classificação essa que foi muito celebrada pelos palmeirenses. O time segue rumo ao tão sonhado tricampeonato e tem um bom motivo para continuar acreditando: o retrospecto de Abel Ferreira.

Desde que chegou ao Brasil, em 2020, o treinador alviverde não sabe o que é ser eliminado no torneio continental. Em duas edições disputadas por ele no comando do Palestra, foram duas conquistas.

Além disso, os números do Palmeiras comandado pelo português impressionam. Foram 22 vitórias em 30 jogos disputados e somente duas derrotas. Sem contar os 80 gols marcados e os 19 sofridos.

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Números de Abel Ferreira na Libertadores (dados Footstats):

Palmeirenses vibram com mais um recorde ao chegar à semifinal

Classificado para a semifinal da Libertadores pela quarta vez em cinco anos e a terceira de forma consecutiva, o Verdão alcançou essa fase do torneio continental pela 10ª vez na história, igualando São Paulo e Grêmio e se tornando o clube brasileiro quem mais vezes esteve nas semis.

Em três das vezes que chegou à fase, o Palestra acabou eliminado, em 1971, 2001 e 2018. Em outras três avançou para a final e ficou com o vice-campeonato: 1961, 1968 e 2000. E nas outras oportunidades, chegou à decisão e ergueu a taça, em 1999, 2020 e 2021.

A exemplo de 1999, 2020 e 2021, o Palmeiras busca mais uma final e um tricampeonato raro na competição, conquistado somente por Estudiantes (1968, 1969 e 1970) e pelo Independiente (1972, 1973, 1974 e 1975).

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.