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Por que o Palmeiras está em guerra contra a Puma?

Na última semana, o relacionamento conturbado entre Palmeiras e Puma veio à tona – relação que parecia normal até então. O clube e a…

Por que o Palmeiras está em guerra contra a Puma?

Palmeiras tem divergências com a Puma. Foto: Divulgação.

Na última semana, o relacionamento conturbado entre Palmeiras e Puma veio à tona – relação que parecia normal até então. O clube e a fornecedora de material esportivo divergem em alguns pontos importantes, que podem ter levado o Verdão a procurar a Adidas.

Segundo reportagem do LANCE!, o Palestra reclama da distribuição de camisas. Para a direção alviverde, a tiragem é pequena e não atende completamente a torcida que cresce cada vez mais.

O vídeo de lançamento da camisa deste ano também foi motivo de questionamento por parte do clube – a presidência mudou da temporada passada para essa e, consequentemente, o perfil dos mandatários.

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Um outro incômodo do Palmeiras é em relação a um desejo de Leila Pereira em fazer uma linha de camisas com preços mais acessíveis, pois os altos valores dos atuais mantos oficiais acabam afastando os palestrinos e induzindo-os a comprar as “piratas”.

Relação entre Palmeiras e Puma está melhor 

Ainda de acordo com a publicação do jornal, as partes estão em conversas para solucionar os pontos de divergência citados.

A Puma está trabalhando para resolver a questão da tiragem de camisas, assim como está desenvolvendo um modelo mais barato para colocar em breve no mercado.

O Verdão não negou as diferenças com a fornecedora. A expectativa do clube e da empresa é de que a relação melhore.

Nos últimos dias, o Alviverde e a empresa tentaram algumas ações externas para espantar os rumores de uma possível rescisão contratual e um retorno do clube para a Adidas.

Em conjunto, lançaram um vídeo ironizando o possível desentendimento. E, no último jogo, diante do Goiás, no Allianz Parque, os dirigentes palmeirenses receberam membros da cúpula da empresa.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.