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Ge avalia impacto de novas regras do Brasileirão, incluindo a “lei Vini Jr”

Levantamento do ge analisa tempo de bola em jogo, protocolo de "minuto fora" e regra antirracismo batizada em referência a Vinícius Júnior.

Ge avalia impacto de novas regras do Brasileirão, incluindo a “lei Vini Jr”

O ge divulgou um balanço sobre o efeito prático de três mudanças implementadas no Campeonato Brasileiro nesta temporada: o monitoramento do tempo de bola em jogo, o protocolo conhecido como “minuto fora” e a chamada “lei Vini Jr”, medida ligada ao combate ao racismo dentro das partidas. O levantamento do veículo buscou entender se essas iniciativas estão, de fato, alterando a rotina das quatro linhas no Brasileirão.

Segundo o ge, as três regras foram pensadas para atacar problemas distintos do futebol nacional: a perda de tempo excessiva durante as partidas, a necessidade de pausas organizadas para atendimento em campo e a resposta institucional a episódios de racismo, que voltaram ao centro do debate após casos que envolveram o atacante Vinícius Júnior, do Real Madrid.

Tempo de bola em jogo sob os holofotes

Um dos pontos centrais do balanço é o acompanhamento do chamado “tempo de bola em jogo”, indicador usado para medir quanto tempo, de fato, a bola permanece em movimento durante uma partida, descontadas paralisações, faltas e demora em reposições. A métrica ganhou espaço nos últimos anos como forma de cobrar mais dinamismo das equipes e reduzir a chamada “cera”.

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De acordo com o ge, o tema segue sendo monitorado pela organização do Brasileirão como parte de um esforço para tornar os jogos mais atrativos ao público e às transmissões de TV.

O que é o “minuto fora”

O ge também avaliou o funcionamento do “minuto fora”, protocolo que prevê uma pausa organizada durante a partida para situações específicas em campo. A ideia, segundo o veículo, é dar mais previsibilidade a momentos que antes geravam confusão entre árbitros, comissões técnicas e atletas.

O balanço do ge buscou apontar até que ponto essa pausa está sendo aplicada de forma uniforme pelas arbitragens ao longo da competição.

A “lei Vini Jr” e o combate ao racismo

A terceira frente do levantamento é a chamada “lei Vini Jr”, nome popularizado em referência aos episódios de racismo sofridos pelo atacante brasileiro e que impulsionaram medidas mais rígidas de combate ao preconceito nos estádios e protocolos de conduta durante as partidas. Segundo o ge, a regra integra o conjunto de ações adotadas para dar respostas mais rápidas a casos de injúria racial em campo.

O portal destaca que o objetivo dessas três frentes combinadas é modernizar a arbitragem e a organização das partidas do Brasileirão, alinhando o campeonato a práticas já discutidas em outras ligas ao redor do mundo.

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Sobre o autor
Bruno Tavares

Jornalista há 12 anos, cobre o Verdão e os bastidores financeiros do clube.