O Palmeiras se consolida como uma das principais forças do futebol brasileiro também fora de campo. Segundo levantamento da Times Brasil, publicado em parceria com a CNBC, o clube alviverde mantém atualmente direitos econômicos ou federativos sobre 180 atletas espalhados pelo Brasil e pelo exterior, resultado direto do trabalho de formação nas categorias de base.
De acordo com a reportagem, esse conjunto de jogadores representa um patrimônio esportivo relevante para o clube, que tem se destacado nos últimos anos pela venda de talentos revelados internamente. O levantamento aponta que o Palmeiras caminha para se aproximar da marca de R$ 2 bilhões acumulados em negociações envolvendo atletas formados pela base.
Modelo de negócio consolidado
O número reforça a estratégia adotada pela diretoria palmeirense nas últimas temporadas, que combina investimento pesado na formação de jovens jogadores com negociações bem-sucedidas no mercado da bola. Ao manter percentuais de direitos econômicos mesmo após empréstimos ou transferências, o clube garante retorno financeiro em vendas futuras, mesmo quando o atleta já está atuando em outra equipe.
Essa prática tem sido recorrente no Palmeiras, que costuma negociar jogadores retendo uma fatia dos direitos econômicos, o que possibilita novos ganhos em transferências subsequentes. O modelo é apontado pela reportagem como um dos pilares que sustentam a robustez financeira do clube no cenário nacional.
Base como fonte de receita
A força das categorias de base do Palmeiras já é reconhecida no futebol brasileiro há alguns anos, com diversos jogadores revelados em Alegria do Povo negociados por valores expressivos para clubes do Brasil e da Europa. O levantamento da Times Brasil e da CNBC reforça essa característica ao quantificar o volume de atletas ainda vinculados ao clube.
Com 180 nomes sob controle de direitos, o Palmeiras mantém uma extensa rede de possibilidades futuras de negociação, o que tende a manter o clube entre os que mais arrecadam com vendas de jogadores no futebol brasileiro nos próximos anos.
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