A derrota do Santos por 2 a 0 para o Athletico-PR, neste domingo, na Vila Belmiro, provocou um novo capítulo de crise no clube. Segundo a Gazeta Esportiva, integrantes da Torcida Jovem se concentraram na região de acesso ao vestiário santista após o apito final e protestaram contra o elenco e o presidente Marcelo Teixeira.
O resultado, válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, devolveu o Peixe à zona de rebaixamento e aumentou a pressão sobre a diretoria e o técnico Cuca. A reportagem aponta que a insatisfação já era visível durante a partida, com vaias e cânticos vindos das arquibancadas.
Protesto cresceu após o apito final
De acordo com o levantamento da Gazeta Esportiva, os primeiros sinais de revolta apareceram ainda no intervalo, quando o Santos já perdia por dois gols de diferença. Torcedores presentes nos 7.026 pagantes da Vila Belmiro gritaram “time sem vergonha” na saída dos jogadores para o vestiário.
Depois do término da partida, a manifestação ganhou força e se concentrou na entrada do vestiário utilizado pelo elenco. Segundo a fonte, os torcedores voltaram a atacar Marcelo Teixeira e chegaram a citar o filho do dirigente em um dos cânticos direcionados ao presidente.
Santos volta ao Z4 do Brasileirão
Com a derrota, o Santos chegou aos 22 pontos e caiu para a 17ª colocação da tabela, dentro da zona de rebaixamento. O Vasco, 18º colocado, soma a mesma pontuação, mas leva desvantagem no saldo de gols em relação ao time santista, conforme apurado pela Gazeta Esportiva.
O Internacional aparece logo acima da zona de risco, com 23 pontos. Em campo, o colombiano Kevin Viveros foi o autor dos dois gols do Athletico-PR, marcados ainda no primeiro tempo, aos 14 e aos 26 minutos.
Próximo desafio já é na quinta-feira
O elenco de Cuca terá pouco tempo para lidar com a pressão das arquibancadas. Segundo a Gazeta Esportiva, o Santos volta à Vila Belmiro na quinta-feira, às 19h, para enfrentar o Macará, do Equador, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana.
Será o primeiro compromisso do time após o retorno ao Z4 e após os protestos registrados na saída do gramado, em um momento de forte desgaste entre torcida, elenco e diretoria santista.
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