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5 jogadores com apelidos de animais que jogaram no Palmeiras antes de Vitor Roque

O Palmeiras acertou a contratação de Vitor Roque. Também conhecido como Tigrinho, o garoto de 19 anos de idade chega com status de grande…

5 jogadores com apelidos de animais que jogaram no Palmeiras antes de Vitor Roque

Créditos: Divulgação/Real Betis

O Palmeiras acertou a contratação de Vitor Roque. Também conhecido como Tigrinho, o garoto de 19 anos de idade chega com status de grande reforço e é mais um jogador com apelido de animal a vestir o manto palestrino.

Também da família dos felinos, Emerson Leão é um dos maiores ídolos da história centenária alviverde e um dos mais conhecidos desse seleto grupo de atletas. Assim como o centroavante Donizete Pantera. Mas, diferentemente do goleiro, este teve uma rápida passagem e só disputou oito jogos em 2001.

Outro arqueiro com apelido de animal que passou pelo Verdão foi Aranha. Mário Lúcio Duarte Costa fez parte do plantel de 2015 e entrou em campo uma única vez. O atacante Jorge Preá, por sua vez, realizou oito partidas pelo clube e marcou um gol.

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Por fim, convém lembrar de Edmundo, que ganhou um apelido mais generalista do que os outros, “Animal”, mas ficou eternizado dessa maneira. Nascido na premiação da Rádio Globo, na voz de Osmar Santos, o nome virou música da torcida que canta e vibra e até hoje é falado quando o camisa 7 é mencionado.

Palmeiras se reforça com Tigrinho

Após uma longa procura por um camisa 9, o Verde finalmente encontrou o jogador ideal em Vitor Roque. O jovem atacante chega com status de grande contratação e é a mais nova esperança de gols do time de Abel Ferreira.

Para tirá-lo do Barcelona, o clube topou desembolsar 25,5 milhões de euros, mais 5 milhões de euros de bônus. O maior investimento da história palmeirense.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.