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10º maior ZAGUEIRO da história assinou com o Palmeiras

Ao longo dos seus quase 109 anos de história, o Palmeiras contou com diversos grandes jogadores que honraram o manto palestrino. Um desses atletas…

10º maior ZAGUEIRO da história assinou com o Palmeiras

Foto: Divulgação

Ao longo dos seus quase 109 anos de história, o Palmeiras contou com diversos grandes jogadores que honraram o manto palestrino. Um desses atletas foi Luís Pereira, que, para o site Esportudo é o décimo melhor zagueiro da história do futebol mundial.

Também conhecido pelo apelido de Chevrolet, que ganhou por ter defendido time da montadora em São Caetano do Sul-SP, cidade onde cresceu, o defensor desfilou seu futebol magistral vestindo verde e branco no decorrer de mais de dez temporadas de sua carreira.

Foram 576 jogos defendendo o Maior Campeão do Brasil e diversos títulos conquistados pelas equipes que ficaram conhecidas como as Academias. Dentre as conquistas mais relevantes em campo destacam-se um tricampeonato brasileiro e um bi paulista.

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Por conta do bom desempenho pelo Palestra, Luís teve algumas chances de atuar pela Seleção Brasileira. O zagueiro fez parte do elenco que disputou a Copa do Mundo de 1974. Além disso, também fez história pelo Atlético de Madrid, equipe pela qual foi campeão espanhol e se tornou ídolo.

Luís Pereira é o maior zagueiro-artilheiro do Palmeiras

Como se não bastassem o número de jogos e os títulos conquistados, o lendário defensor ainda possui outras marcas que o destacam na história palmeirense, como, por exemplo, a quantidade de gols que marcou pelo clube.

Luís é o atleta da posição que mais vezes balançou as redes adversárias vestindo o manto palestrino, com 36 gols. Esse recorde, no entanto, pode estar com os dias contados, uma vez que Gustavo Gómez possui 33 tentos anotados e caminha para tomar a primeira posição da lista.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.